IGREJA PRESBITERIANA DE TATUÍ
ESQUINA DA RUA 13 DE MAIO COM A XV DE NOVEMBRO - Casa demolida
FÁBRICA SÃO MARTINHO
MOINHO DE TRIGO - BUNGE
RUA ONZE DE AGOSTO
MUSEU PAULO SETÚBAL - Antiga cadeia pública
AVEENIDA DAS MANGUEIRAS
VISTA AÉREA DA CIDADE
Blog destinado a preservar a história de meu pessoal, com fatos verídicos, sendo que alguns deles aconteceram, outros não.
IGREJA PRESBITERIANA DE TATUÍ
ESQUINA DA RUA 13 DE MAIO COM A XV DE NOVEMBRO - Casa demolida
FÁBRICA SÃO MARTINHO
MOINHO DE TRIGO - BUNGE
RUA ONZE DE AGOSTO
MUSEU PAULO SETÚBAL - Antiga cadeia pública
AVEENIDA DAS MANGUEIRAS
VISTA AÉREA DA CIDADE
Capital da Música
| Tatuí está situada a uma altitude de 645 m. do nivel do mar, constituída de terrenos planos com pequenas elevações. De clima quente e inverno seco, temperaturas amenas e um ar puro, livre da poluição das grandes cidades. Situada a 145 km de São Paulo, proporciona acesso a todas as facilidades das grandes cidades. A sua topografia se mostrou excelente para a criação de cavalos puro-sangue . Em sua população de cerca de 90.000 habitantes encontramos migrantes de todo o pais, bem como japoneses , italianos, espanhóis e portuguêses. Em Tatuí, vemos prédios modernos, contrastando com construções antigas. Aqui encontramos também o prédio da Fiação S. Martinho, verdadeiro marco do progresso industrial que a cidade viveu no inicío do século. |
| Dados Históricos |
| A povoação foi originária de uma capela com o nome de S. João Benfica, que depois mudou para o lugar onde hoje é a cidade de Tatuí . Fundada pelo Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão,no dia 11 de Agosto de 1826, data em que procedeu-se a demarcação e medição das terras então doadas. A primeira rua a ser demarcada foi a atual Rua XI de Agosto. Tatuí teve os seguintes nomes: Tatuuvu, Tathuhu, Tatuhivi, Tatuhi, Tatuy e finalmente Tatuí , palavra de origem indígena que quer dizer: Rio dos tatus. |
Feijoada
Por José Orlando (Bolinha), do Bolinha (www.bolinha.com.br)
Ingredientes
(para 10 pessoas)
500 g de carne-seca bovina
500 g de costela de porco salgada ou defumada
400 g de lombo de porco defumado ou salgado
200 g de paio
500 g de lingüiça portuguesa
200 g de língua de boi defumada
50 g de pé de porco salgado (opcional)
50 g de orelha de porco salgada (opcional)
50 g de rabo de porco salgado (opcional)
1,5 kg a 2 kg de feijão-preto
300 g de cebola picada
150 g de alho picado
100 ml de azeite extravirgem
6 folhas de louro
2 laranjas com casca
Passo a Passo
1/ Coloque o feijão de molho por dez horas
2/ Limpe bem as carnes salgadas (costela, carne-seca e lombo, caso opte pelo salgado), tirando o excesso de gordura e de nervuras. Deixe-as de molho por 24 horas para tirar o sal, trocando a água de três a quatro vezes. Coloque gelo na água, para ajudar a conservar.
2/ Ferva as carnes salgadas junto com a língua defumada, em peças inteiras, em fogo alto. De 40 minutos a uma hora depois, desligue e jogue a água fora, para eliminar o excesso de gordura.
3/ Lave-as bem e cozinhe-as de novo junto com o feijão, as folhas de louro e as laranjas em metades. Para manter a cor do feijão, use no cozimento a água na qual ele ficou de molho. Se desejar, deixe o pé, a orelha e o rabo de porco na panela por, no máximo, 30 minutos (apenas para dar gosto).
4/ Após uma hora, retire as laranjas e coloque a lingüiça, o paio e o lomb (caso opte pelo defumado), todos em pedaços grandes.
5/ Após meia hora, teste o grau de cozimento das carnes com um garfo. Vá retirando e reservando as que estiverem no ponto. À medida que a água for secando, vá acrescentando mais água quente.
6/ Durante todo o cozimento, tire com uma concha a gordura que aflora na superfície da panela.
7/ Em uma frigideira, doure a cebola e o alho no azeite previamente aquecido e coloque uma concha do feijão com seu caldo. Misture bem e deixe cozinhar por um minuto. Coloque essa mistura na panela de feijão.
8/ Corte as carnes que estavam reservadas em pedaços pequenos e volte-as para a panela com o feijão. Deixe cozinhar por entre 15 e 20 minutos em fogo brando. Se necessário, corrija o sal.
9/ Sirva com arroz branco e couve refogada no azeite.

VISÃO DE ADULTO... VISÃO DE CRIANÇA....
Éramos a única família no restaurante com uma criança.
Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos, comendo e conversando.
De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.
Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes.
Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.
Eu olhei em Volta e vi a razão de seu contentamento.
Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros,
Sujo, engordurado e rasgado.
Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, OS sapatos.
Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo.
Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.
Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal.
Suas mãos começaram a se mexer para saudar.
'Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel.
Minha esposa e eu nos olhamos:
'Que faremos?'.
Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá,amigo'.
Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.
O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.
Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê.
Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.
Obviamente, ele estava bêbado.
Minha esposa e eu estávamos envergonhados.
Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.
Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta.
Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no
Estacionamento.
O velho se encontrava muito perto DA porta de saída.
'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel', disse orando, enquanto caminhava perto do homem.
Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do AR que ele pudesse estar exalando.
Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'.
Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para OS braços do homem.
Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.
Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.
O homem fechou OS olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.
Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro,suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.
Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.
Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:
'Cuide deste menino'.
De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'.
Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.
Peguei meu filho e o velho homem me disse:
'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'.
Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'.
Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.
Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:
'Deus meu, Deus meu, me perdoe'.
Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através DA inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum
juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de
Roupa suja.
Eu fui um cristão cego carregando um menino que não o era.
Eu senti que Deus estava me perguntando:
'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele
Compartilhou Seu Filho por toda a eternidade.
O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou:
Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um
Menino, não entrará nele.' (Lucas 18:17).
POEMINHA DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!