
Blog destinado a preservar a história de meu pessoal, com fatos verídicos, sendo que alguns deles aconteceram, outros não.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
sábado, 27 de março de 2010
MAIS UMA RECEITA DE BROINHA DE CANJICA
(http://come-se.blogspot.com)
Broinha de fubá
2 xícaras de fubá de milho
amarelo (ou branco)
1,5 xícara de polvilho doce
3,5 xícaras de leite
1 xícara de açúcar
½ xícara de óleo
1 colher (sopa) de erva-doce
½ colher (chá) de sal
5 ovos pequenos
1 colher (sopa) de fermento em pó
Fubá (para polvilhar)
Peneire juntos o fubá e o polvilho. Reserve.
Coloque numa panela com o leite, o açúcar, o óleo, a erva-doce e o sal.
Leve ao fogo e cozinhe, sem parar de mexer, até formar um angu bem duro (não se assuste se grumos começarem a se formar; é que o polvilho gelatiniza antes que o fubá – é só continuar mexendo e tudo dará certo).
Espere esfriar, passe para a tigela da batedeira e vá juntando os ovos já mexidos, aos poucos, e batendo sem parar. Junte o fermento em pó e bata para misturar bem.
Unte uma assadeira com manteiga e polvilhe com fubá.
Coloque um pouco de fubá dentro de uma xícara de fundo redondo e coloque uma colher (sopa) rasa da massa dentro dela. Agora, chacoalhe rodando a massa até que ela se transforme numa bolinha. Isto é feito porque a massa é meio molinha para ser enrolada nas mãos.
Vá colocando na assadeira, deixando um espaço entre elas.
Leve para assar em forno bem quente, por cerca de 50 minutos ou até que elas fiquem douradas e firmes (como um bolo).
Sirva quentinha com café - ou com manteiga, queijo, goiabada, marmelada.
Rende: cerca de 60 unidades
Broinha de fubá de canjica

1 xícara (chá) de leite
Virar na vasilha e acrescentar o fubá de canjica.
Misturar até virar uma massa consistente.
Polvilhar uma xícara com um pouco de fubá. Colocar uma colher de massa dentro da xícara e bater com as mãos até formar uma "bolinha".
Untar um tabuleiro com óleo e levar ao forno quente durante cerca de 30 minutos.
domingo, 21 de março de 2010
O DIREITO DE SER
A casa do garotinho que era mesmo muito pequenininho ficava ao lado da escola e ela era mesmo uma grande escola, que por suas proporções fazia tudo ficar ainda mais assustador.
Mesmo estando com medo, quando ele se lembrava de que poderia sair do portão da escola e entrar no portão de sua casa ele ficava mais tranqüilo, pois sabia que seu lar estava ao lado e lá, ele poderia encontrar amor, aceitação, proteção e segurança, ele ficava feliz e a escola não parecia mais ser tão grande assim.
Lá ele fez amigos, aprendeu a brincar, a respeitar os outros, a arrumar sua própria bagunça, a pedir desculpas e a ser honesto e o garotinho que era mesmo muito pequenininho, foi se acostumando com a escola e já não mais sentia tanto medo em seu pequeno coração.
Porém, numa manhã, quando o garotinho já estava na grande escola há algum tempo, a professora disse aos alunos de sua classe que naquele dia eles iriam fazer um desenho.
Ele pensou que isto iria ser muito bom porque ele gostava muito de fazer desenhos, muitos desenhos, ele sabia fazer desenhos de todos os tipos, flores, plantas, gatos, cachorros, aviões, helicópteros, trens, caminhões, carros e daí por diante, pois ele realmente amava desenhar e achou que a aula seria mesmo muito interessante.
O garotinho tirou de sua mochila sua caixa de lápis de cor e seu caderno de desenho e logo começou a desenhar, mas então, a professora o fez parar e disse a todos que não era hora de começar.
Ela esperou que todos estivessem prontos e então disse que eles iriam aprender naquela aula a desenhar flores e o garotinho ficou excitado com a idéia, pois ele adorava desenhar flores e logo começou a fazer algumas lindas, usando seus lápis cor de rosa, amarelo, azul, laranja e verde limão.
Mas mais uma vez a professora o fez parar e disse a todos para esperar, pois ela iria ensina-los a desenhar uma flor e ela desenhou uma na lousa e ela era inteiramente vermelha, com pistilos verde musgo e então ela disse a todos que agora sim poderiam começar a desenhar.
O pequeno garotinho que então já não era tão pequenininho, nem por dentro, nem por fora, olhou para a flor da professora, depois olhou para as que ele havia desenhado e sentiu no fundo de seu coraçãozinho, que ele gostava mais das que ele havia feito, mas não disse nada, apenas virou a página e começou a desenhar e logo havia feito uma flor igual à da professora, que era toda vermelha, com pistilos em verde musgo.
Num outro dia, a professora disse a todos que ele iriam naquela aula fazer trabalhos com massinha e o garotinho ficou muito feliz porque ele sabia fazer quase tudo com massinha.
Quando a professora distribuiu as massinhas e logo começou a amassar e esticar sua bola, mas antes que ele pudesse começar, a professora disse a eles para esperar, pois ela iria ensinar a todos como fazer um conjunto de pires e xícara e ela esperou até que todos estivessem prontos, modelou as peças e então mandou que cada um fizesse a mesma coisa e todos obedeceram.
Mas o garotinho, que sabia também fazer vários tipos de conjuntos de pires e xícara, já havia feito o seu trabalho e a professora mandou que ele desmanchasse e fizesse igual ao dela e assim ele o fez, mas primeiro, ele olhou para seu pires e sua xícara e decidiu que gostava mais deles do que daqueles que a professora tinha feito, mas mais uma vez, ele não disse nada e fez tudo exatamente como a professora havia determinado.
Não demorou muito o pequeno garotinho que já não era bem um pequeno garotinho, nem por dentro, nem por fora, aprendeu a esperar, a observar e a fazer as coisas exatamente como a professora ensinava e logo ele já não mais fazia nada do que sabia fazer, mais nada do que gostava de fazer, já não tinha liberdade de expressão, tinha medo de tomar uma iniciativa e ser punido por te-lo feito.
O garotinho sempre esperava as ordens e instruções da professora para fazer o que tivesse que ser feito, havia deixado de se expressar livremente e aquilo o estava sufocando, já não mais tinha importância se a casa dele ficava ao lado da escola, pois pelo período em que ele ficava em aulas a escola seria sua prisão.
Não demorou muito tempo e ele e sua família foram obrigados a mudar de cidade, foram para um bairro onde a escola era muito longe e com chuva, frio ou sol ele tinha que caminhar vários quilômetros até chegar à sua nova escola, que aliás, era muito maior do que a outra e parecia até mesmo mais assustadora, só de pensar no que o esperava em sala de aula, uma vez que na outra escola que para ele já não era mais uma grande escola, ele só havia aprendido qual era o significado da palavra repressão.
No primeiro dia de aula, a sua nova professora disse aos alunos da classe que naquele dia eles iriam fazer um desenho e ele achou que iria ser bom pois ele sabia fazer desenhos de muitas coisas, mas ele havia aprendido a esperar e ele esperou, até que a professora dissesse a eles como e o que fazer.
Contudo, a professora não fez nem disse nada, apenas começou a andar pelos corredores entre as carteiras e quando ela chegou ao pequeno garotinho, que já não era mais tão pequenininho, nem por dentro nem por fora e perguntou a ele com sua voz suave, bem baixinho, para não atrapalhar os outros, se ele não gostava de desenhar.
Em resposta, ele disse que sim, mas queria saber o que e como iriam desenhar e estava esperando que ela o ensinasse a fazer o que ela queria que todos alunos fizessem e perguntou a ela o que teriam que desenhar.
Ela então disse que não precisava ensinar, pois poderia ser do jeito que eles quisessem, da forma que eles quisessem, ela só saberia o que cada um fez para poder admirar o trabalho de cada um quando todos tivessem terminado.
Admirado, o pequeno garotinho, não acreditando no que estava ouvindo, perguntou à professora se ele poderia mesmo fazer do jeito que ele quisesse, com qualquer cor, de qualquer tamanho e ela disse que sim, pois a escolha era dele, o desenho e a criação eram dele e era seu direito pintar como ele os via em sua imaginação.
Ela completou dizendo a ele que se todos fizessem o mesmo desenho, do mesmo jeito, com as mesmas cores, como poderia ela saber no final quem tinha feito qual e lhe dar a devida atenção?
Ele respondeu a ela que não sabia, mas ao mesmo tempo, voltou-se para seu material de desenho e começou a desenhar e a pintar lindas flores, usando seus lápis cor de rosa, amarelo, azul, laranja e verde limão, do jeito que ele sempre gostou.
E foi então que ele percebeu que havia gostado de sua nova escola, mesmo que o portão de sua casa não fosse ao lado dela, mesmo que ele tivesse que fazer alguns sacrifícios para chegar até lá todos os dias, porque nela, ele poderia ser ele mesmo e ter lá respeitado, seu direito de ser...
Não podemos exigir que as pessoas ao nosso redor pensem ou hajam de acordo com o que achamos que é certo. Precisamos saber respeitar e aceitar as diferenças, pois nem todos nós gostamos das mesmas cores e esta é a diferença que faz a diferença entre nós, que faz nosso mundo muito mais belo e ao observarmos atentamente o sutil contraste de todas as nuances de cores que encontramos pelo caminho, e mesmo assim, se em algum momento tivermos dúvidas, basta parar e olhar atentamente, para o esplendor de um arco íris .
Uma rosa vermelha
Pensamento
domingo, 7 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
VISÃO DE ADULTO... VISÃO DE CRIANÇA....
VISÃO DE ADULTO... VISÃO DE CRIANÇA....
Éramos a única família no restaurante com uma criança.
Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos, comendo e conversando.
De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.
Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes.
Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.
Eu olhei em Volta e vi a razão de seu contentamento.
Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros,
Sujo, engordurado e rasgado.
Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, OS sapatos.
Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo.
Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.
Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal.
Suas mãos começaram a se mexer para saudar.
'Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel.
Minha esposa e eu nos olhamos:
'Que faremos?'.
Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá,amigo'.
Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.
O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.
Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê.
Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.
Obviamente, ele estava bêbado.
Minha esposa e eu estávamos envergonhados.
Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.
Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta.
Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no
Estacionamento.
O velho se encontrava muito perto DA porta de saída.
'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel', disse orando, enquanto caminhava perto do homem.
Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do AR que ele pudesse estar exalando.
Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'.
Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para OS braços do homem.
Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.
Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.
O homem fechou OS olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.
Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro,suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.
Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.
Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:
'Cuide deste menino'.
De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'.
Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.
Peguei meu filho e o velho homem me disse:
'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'.
Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'.
Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.
Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:
'Deus meu, Deus meu, me perdoe'.
Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através DA inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum
juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de
Roupa suja.
Eu fui um cristão cego carregando um menino que não o era.
Eu senti que Deus estava me perguntando:
'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele
Compartilhou Seu Filho por toda a eternidade.
O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou:
Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um
Menino, não entrará nele.' (Lucas 18:17).
Poeminha do Contra
POEMINHA DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
PARABÉNS GISELINHA
e a Giselinha entrou na USP.
- Gestão ambiental.
- Piracicaba
Agora ninguém vai aguentar o sotaque.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
MARGINAL DOM AGUIRRE FECHADA HÁ 05 DIAS
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
LIDO - Um outro ponto de vista - vida baiana
A CASA DO RIO VERMELHO
Zélia Gattai
LIDO - Uma leitura = modos baianos
NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM
de Jorge Amado.